Reconciliado a partir de bilhetes, reservas e calendárioÂmbito 2022-08-01 → 2026-09-01
Todas as saídas, por ordem. Clica num voo para ir ao cartão. Sem atrasos assinalados porque, francamente, ninguém se lembra deles.
A espessura da linha é o número de vezes que a fizemos. Uma delas sai do mapa. Duas saem do continente.
Trinta e cinco feitos, e o próximo já tem destino. Vira cada um para ver o que fomos — ou vamos — lá fazer. Spoiler: quase sempre há um DJ.
As letras pequenas que nunca ninguém lê. Estas vale a pena.
A partir da décima deixou de ser viagem e passou a ser deslocação pendular. Numa delas, em agosto de 2024, pedi-te em casamento. Stansted apareceu nos registos dez vezes. Conhecemos aquele Pret melhor do que a nossa cozinha.
Washington, Berlim, Porto, Madrid, Paris, Londres. A primeira foi um dia depois de começarmos a namorar. Ele tem uma tour; nós temos exatamente a mesma tour. Ele ainda não nos conhece. Estamos a trabalhar nisso.
Quase cinco meses de vida passados noutro país, a maior parte deles com um bilhete de concerto no bolso e um voo de regresso às sete da manhã.
Reino Unido, Espanha, Países Baixos, EUA, Alemanha, França, Dinamarca, Chéquia, Bélgica, Itália, Montenegro. O Reino Unido levou 21 das 35. Não estamos a pedir desculpa.
Liverpool, Alexandra Palace e um All Dayer inteiro em agosto. Se ele anunciar uma data em Lisboa, provavelmente compramos bilhete para Londres por hábito.
Uma média de 3,3 comédias por dia, incluindo Shakespeare bêbado e um circo sensual. Rimo-nos com dedicação profissional.
Do Oblix no Shard à Trattoria da Concetta em Nápoles, passando pelo Høst, o Bambi, o Pepe Cinta e o El Pastor. Comemos tão bem quanto dançámos, o que é dizer muito.
Amesterdão, Cartaya, Londres, Barcelona, Tenerife. As únicas em que o alinhamento tinha hora de dormir e em que o headliner era o pôr do sol, ou o Harry Potter.
Praticamente uma por mês. Para a Ryanair é fidelidade, para nós é normalidade, para o cartão de crédito é outra conversa.
Cartaya. Boiler Room e Overmono ficaram resolvidos a vasculhar o email: os voos estavam lá, encaminhados por ti. Cartaya fica a duas horas de carro, e a folha de cálculo não sabe conduzir.
Destinos por número de visitas, em etiquetas de bagagem. Uma delas precisa de uma etiqueta muito maior.
Passageira, o histórico diz que isto começou em Nova Iorque, a 7 de outubro de 2022, e que no dia seguinte já estávamos num avião para Washington para ver o Fred. Desde aí saímos de Portugal trinta e cinco vezes e voltámos todas elas. Nunca perdemos um voo de regresso — apesar de quase o termos perdido em Washington. O que vale é que corremos muito. Fomos ver os mesmos DJs em cidades diferentes, comemos em mesas para dois em três países. Foi em Londres, entre um jantar tailandês e a PJ Harvey, que te pedi em casamento, e disseste que sim. O próximo já está marcado: Overmono em Manchester, comboio para Londres, Charlotte de Witte no Ironworks, e o Ryanair de Stansted na segunda de manhã. Não há nada disto que eu quisesse ter feito com outra pessoa. O embarque para o que vier a seguir continua aberto.
Com amor e sem embarque prioritário,
Hugo
Dados reconciliados em 2026-09-01 a partir de bilhetes, reservas e calendário partilhado.
Excluídas: Istambul (nunca aconteceu), Patti Smith na St Paul's (só a Carla) e um voo com a Raquel (idem).